segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Justiça decide: Capi e Janete são “ficha limpa”
A justiça está sendo feita no Amapá. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AP) rejeitou na noite desta quarta-feira (04/08) o pedido de impugnação da candidatura dos candidatos ao Senado, João Capiberibe (401 – PSB), e a Deputada Federal, Janete Capiberibe (4040 – PSB), para o pleito 2010. O julgamento vinha sendo aguardado com muita expectativa pela população, que reuniu-se logo após a decisão na sede do PSB, no bairro do Laguinho, em Macapá. Adversários políticos do casal Capiberibe estavam usando a pendência como argumento para dizer que eles não seriam candidatos. A decisão da justiça acaba com as dúvidas a esse respeito: Capi e Janete são candidatos nesta eleição. O Julgamento Com o plenário do TRE/AP lotado, começou às cinco e meia da tarde desta quarta-feira, 04/08, o julgamento da validade do Registro dos Candidatos da Frente Popular ao Senado, João Capiberibe, e a Deputada Federal, Janete Capiberibe, para o pleito 2010. A ação movida por um candidato do PMDB pedia a inelegibilidade dos Capiberibe. A defesa dos candidatos, realizada pelos advogados Marcio Figueira, Sandra Oliveira e Luciano Del Castilo, alegou que Capiberibe e Janete não tiveram sentença transitada e julgada no STF, que ainda hoje permanece em suspenso em Brasília, nas mãos do Ministro Joaquim Barbosa do Superior Tribunal Federal (STF). A advogada Sandra Oliveira, em sua fala ao plenário, lembrou que os Capiberibe foram absolvidos da ação no TRE/AP, e que se os mesmos fossem impugnados agora “condenar-se-iam inocentes, o que coloca qualquer um em risco na sociedade”. A relatora do processo, juíza Alaíde de Paula, considerou que Janete Capiberibe tem todo o direito a ser candidata por ter sido condenada a multa, paga em tempo hábil, não devendo nada a justiça ou a fazenda pública em qualquer instância e também porque ninguém pode ser condenado duas vezes pelo mesmo motivo. No fim do julgamento, por 04 Votos contra 01, a Deputada Federal Janete Capiberibe teve seu registro de candidatura para reeleição no mesmo cargo para o pleito 2010 deferido pelo TRE/AP. Seguindo a mesma lógica, João Capiberibe teve sua candidatura ao Senado deferida com mesma votação em plenário. A decisão abre jurisprudência para outros casos semelhantes de todas as coligações. A militância em festa Assim que a sentença foi declarada no TRE/AP, militantes da Frente Popular de todas as partes de Macapá correram para a sede do PSB a fim de celebrar a vitória. O apogeu da festa foi a chegada do Senador ao partido. Em sua fala, emocionado, Capi repetiu o que já havia falado no twitter: “Desamarraram uma âncora do meu pé e de Janete”.
FONTE: www.lucianacapiberibe.com terça-feira, 16 de novembro de 2010
TRANSIÇÃO DO GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ - PARTE II
Governador eleito do Amapá, Camilo Capiberibe, apresenta sua equipe de transição
“A equipe de transição necessariamente não será a equipe de governo a partir de 1º de janeiro”, com esta observação, repetida inúmeras vezes nas entrevistas concedidas na manhã de terça-feira, 16 de novembro, na ante sala do auditório da Superintendência da Caixa, no bairro do Buritizal, o governador eleito do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), deu início à cerimônia de apresentação de sua equipe de transição cujo trabalho já começou.
Apresentação dos escolhidos
A relação, composta por 15 nomes, não apresenta grandes surpresas, e foi considerada por quem compareceu ao evento, como “previsível” devido sobretudo ao perfil de trabalho do futuro governador. Boa parte dos escolhidos é próxima a Camilo, com bom nível superior, algumas com pós-graduação em suas áreas acadêmicas. Outras foram indicadas por aliados de campanha, tanto do primeiro quanto do segundo turno, e igualmente tem boa formação técnica.
Durante a apresentação, o governador eleito fez questão, novamente, de ressaltar que os integrantes da equipe de transição não podem ser vistos como futuros membros do primeiro escalão de seu governo, mas deixou subentendido que dependendo do desempenho nos trabalhos junto ao governo Pedro Paulo Dias de Carvalho alguns nomes podem ser, sim, aproveitados para compor seu secretariado.
Transição de governo
O governador Pedro Paulo, que por sete anos e três meses foi vice-governador na gestão Waldez Góes (PDT), além de ter acumulado o cargo de secretário de Estado da Saúde, vem reiterando que pretende facilitar sobremodo o trabalho da equipe de transição do governador eleito. No rápido discurso no auditório da Caixa, Pedro Paulo reafirmou essa decisão sinalizando que seu governo estará “24 horas à disposição do governador eleito e de seu pessoal” para quaisquer esclarecimentos.
Relação dos escolhidos
Dos relacionados estão alguns já conhecidos como o professor e advogado Marcos Roberto, o ex-secretario especial do governo Dalva Figueiredo e ex-superintendente do Ibama/AP, Edivan Barros, e os ex-secretários de Estado Ely Almeida e José Ramalho. Os coordenadores da equipe serão o advogado Juliano Del Castilo e José Ramalho. Veja os nomes:
Juliano Del Castilo Silva, Ely da Silva Almeida, Luis Afonso Mira Picanço, Ivanci Magno de Oliveira, Kelson de Freitas Vaz, Marcos Roberto Marques da Silva, José Ramalho de Oliveira, Eduardo Neves Trindade, Meryan Gomes flecha, Amerson da Costa Maramaude, Dario de Jesus de Souza, Edivan Barros de Andrade, Regiclaudo de Souza Silva, Edson Alcântara Valente e Mirian Alves Correa.
Apresentação dos escolhidos
A relação, composta por 15 nomes, não apresenta grandes surpresas, e foi considerada por quem compareceu ao evento, como “previsível” devido sobretudo ao perfil de trabalho do futuro governador. Boa parte dos escolhidos é próxima a Camilo, com bom nível superior, algumas com pós-graduação em suas áreas acadêmicas. Outras foram indicadas por aliados de campanha, tanto do primeiro quanto do segundo turno, e igualmente tem boa formação técnica.
Durante a apresentação, o governador eleito fez questão, novamente, de ressaltar que os integrantes da equipe de transição não podem ser vistos como futuros membros do primeiro escalão de seu governo, mas deixou subentendido que dependendo do desempenho nos trabalhos junto ao governo Pedro Paulo Dias de Carvalho alguns nomes podem ser, sim, aproveitados para compor seu secretariado.
Transição de governo
O governador Pedro Paulo, que por sete anos e três meses foi vice-governador na gestão Waldez Góes (PDT), além de ter acumulado o cargo de secretário de Estado da Saúde, vem reiterando que pretende facilitar sobremodo o trabalho da equipe de transição do governador eleito. No rápido discurso no auditório da Caixa, Pedro Paulo reafirmou essa decisão sinalizando que seu governo estará “24 horas à disposição do governador eleito e de seu pessoal” para quaisquer esclarecimentos.
Relação dos escolhidos
Dos relacionados estão alguns já conhecidos como o professor e advogado Marcos Roberto, o ex-secretario especial do governo Dalva Figueiredo e ex-superintendente do Ibama/AP, Edivan Barros, e os ex-secretários de Estado Ely Almeida e José Ramalho. Os coordenadores da equipe serão o advogado Juliano Del Castilo e José Ramalho. Veja os nomes:
Juliano Del Castilo Silva, Ely da Silva Almeida, Luis Afonso Mira Picanço, Ivanci Magno de Oliveira, Kelson de Freitas Vaz, Marcos Roberto Marques da Silva, José Ramalho de Oliveira, Eduardo Neves Trindade, Meryan Gomes flecha, Amerson da Costa Maramaude, Dario de Jesus de Souza, Edivan Barros de Andrade, Regiclaudo de Souza Silva, Edson Alcântara Valente e Mirian Alves Correa.
FONTE:emanoelreis.wordpress.com
sábado, 13 de novembro de 2010
Sílvio Santos afirma que fará o que for preciso para manter TV
O apresentador de TV Silvio Santos afirmou que fará o que for preciso para pagar o empréstimo de R$ 2,5 bilhões que precisou contrair para se livrar de problemas do Banco Panamericano. Ele afirmou que pode vender algumas de suas empresas e até sua participação no banco.
"Vou fazer de tudo para não vender [a televisão]. Mas as demais empresas, por que não? Estou com quase 80 anos e não tenho interesse especial em bancos ou indústrias de cosméticos", afirmou Silvio em entrevista à revista "Veja". Silvio afirmou ainda que a fraude bilionária em seu banco pode ter sido feita para aumentar os bônus dos executivos.
"O que está me parecendo agora, mas não estou 100% certo, é que a operação era mesmo deficitária e os executivos, também para garantir seus prêmios, falsificaram a contabilidade"", afirmou. O empresário contou ainda que negociou com o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para pagar os R$ 2,5 bilhões emprestados em dez anos, recusando juros, apenas corrigidos pela inflação. A carência é de três anos para começarem a vencer as parcelas semestrais.
O apresentador afirmou que o episódio o fez desistir da aposentadoria programada para o ano que vem e que a TV só venderá em caso extremo.
FONTE: jornale.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
