FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DE MACAPÁ

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RODRIGO ROCHA

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PM é condenado por queimar e matar dois amigos.

A Justiça condenou nesta sexta-feira (18) apenas um dos quatro policiais acusados da morte de dois homens na Zona Sul. O metalúrgico Edson Edney da Silva, de 26 anos, e o segurança Emerson Heida, de 29, foram mortos em setembro de 2010. O julgamento começou nesta quarta-feira (16), no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste da capital paulista.

Segundo a denúncia do Ministério Público, três soldados e um oficial da Polícia Militar teriam torturado, assassinado e escondido os corpos das vítimas. Os jurados entenderam que só o tenente Mauro da Costa Ribas Júnior teve envolvimento no crime. Ele foi condenado a 32 anos de prisão.

Por ter sido condenado a mais de 20 anos de prisão, o tenente Ribas Júnior tem direito a um novo julgamento.

Silva e Heida sumiram no dia 10 de setembro do ano passado. O irmão de Heida viu os dois sendo abordados por policiais militares na Avenida Atlântica, na Zona Sul. Poucos dias depois, os corpos deles e o carro onde eles estavam foram encontrados queimados em Parelheiros.
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A Corregedoria da PM encontrou vestígios do sangue das vítimas no porta-malas do carro da corporação usado no dia pelos acusados. As investigações também apuraram que existia uma rixa entre Heida e o tenente. A briga teria ocorrido durante uma partida de futebol, cinco anos antes do crime.

O tenente Mauro da Costa Ribas Júnior e os soldados Christiano Hideki Kamikoga, Wagner Ribeiro Avelino e Rafael Joinhas dos Santos estão presos desde novembro do ano passado no presídio Romão Gomes, da Polícia Militar, acusados pelos crimes.

Durante a quinta-feira (17), a reportagem do G1 não conseguiu encontrar o advogado dos réus, Celso Vendramini, para comentar o assunto. No processo, os quatro réus chegaram a alegar inocência em suas defesas e disseram que não mataram Heida e Silva.

Fonte: Portal G1

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

DIPLOMAÇÃO DO SENADOR ELEITO CAPIBERIBE SERÁ HOJE NO T.R.E. DO AMAPÁ.

STF determina diplomação imediata de senador barrado pela Ficha Limpa.

 Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira (3) a diplomação imediata de João Capiberibe (PSB-AP), que recebeu votos suficientes (130 mil) nas eleições do ano passado para se eleger senador, mas foi barrado pela Lei da Ficha Limpa. Em seu lugar assumiu o senador Gilvam Borges (PMDB), que está de licença médica. Seu irmão, Geovani Borges, assumiu a vaga e, procurado pelo G1, disse, por meio de assessoria, que vai acatar a decisão.

Capiberibe foi liberado para assumir o cargo porque, em março deste ano, o Supremo definiu que a Lei da Ficha Limpa não se aplica às eleições de 2010. Condenado por compra de votos, em 2004, ele foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Por decisão individual do ministro Luiz Fux, Capiberibe foi liberado em agosto deste ano para assumir o cargo, mas uma sucessão de recursos apresentados por Gilvam Borges, que assumiu a vaga, impediu a diplomação. Borges pediu licença para tratamento médico e deixou no cargo o irmão Geovani Borges (PMDB-AP).
“Houve resistência à aplicação da decisão do plenário sobre a ficha limpa, resistência ao cumprimento da nossa ordem”, avaliou o ministro relator do caso, Luiz Fux. Cabe ao Tribunal Regional Eleitoral do Amapá fazer a diplomação de Capiberibe como senador para que ele possa tomar posse do cargo.
A assessoria de Geovani disse que, ao acatar a decisão, ele deve voltar para Macapá, onde não ocupa cargo público.

 

Fonte: Portal G1